As fortes chuvas em Minas Gerais trouxeram problemas enormes em algumas regiões como vimos nas últimas semanas. Alagamentos deixando córregos como rios com correntezas capazes de levar embora carros, casas e o sonho de várias famílias.  

O poder público se manifesta dizendo que “nunca na história desse país” houve uma chuva com tamanho volume na tentativa de criar um cataclismo escondendo a irresponsabilidade de anos com a falta de planejamento de longo prazo e sem uma infraestrutura adequada nas cidades para comportar tais chuvas.

Mas como disse Napoleon Hill: “toda adversidade traz consigo a semente de uma vantagem equivalente”. Nestas últimas duas semanas envolvi-me diretamente na ajuda aos atingidos pelas chuvas, o que eu vi e aprendi foi muito valioso. Foram vários voluntários trabalhando com um propósito único de levar rapidamente conforto e trazer de volta os sonhos perdidos com as enchentes.

Em um galpão de 250 metros, mais de 100 cidadãos trabalhando voluntariamente, com uma organização fantástica, uns doando 2 horas de seu tempo, outros o dia inteiro, uns apenas doando bens, outros doando suor e outros experiência.

Como em uma linha de produção, igual à criada por Ford, as doações chegavam provindas de toda a parte do estado e julgo eu país. Voluntários no cadastro começavam a receber e a indicar os setores onde cada item seria separado e colocado na linha de produção. Em cada setor, havia separadores que selecionam o que seria aproveitado e o que seria excluído como lixo. Para você doador fica a dica: doe o que pode ser utilizado e o que não pode jogue no lixo, se possível para reciclagem. Toda ajuda é muita boa, mas não é certo doar uma camisa rasgada ou um único pé de um sapato.

Sendo assim, o setor de separação da fantástica fábrica de voluntários envia os produtos para a linha de produção. Neste momento, os voluntários encarregados de montar os kits começam a operação e no fim da linha de produção o nosso produto semi-acabado está quase pronto. 

Então, um grupo de voluntários já na parte final da operação, embala e armazena de tal forma que a equipe de logística coordenada pela Cruz Vermelha fica encarregada da distribuição para os locais necessitados.

A força de todos dentro da fábrica permite que vários caminhões sejam despachados com kits de alimentos, roupas, material de higiene e de limpeza para várias cidades mineiras e até mesmo para outros estados. Esse poder de trabalho em grupo, coordenado e focado, mostrou nestes últimos dias a força do voluntariado. Com a dedicação todos fica claro que qualquer barreira pode ser quebrada e que não precisamos esperar o poder público ou qualquer entidade para arregaçarmos as mangas e ir à luta. Isto comprova que o indivíduo tem o poder da mudança, não importando idade, gênero, religião ou posição política. O que importa é cada voluntário se doar e fazer o melhor em busca não só da ajuda ao próximo, mas em busca de uma sociedade melhor.

Essa é a força que vejo no voluntariado. Cada ação cria uma sociedade melhor e um país verdadeiramente para todos! 

Laguna 02/20 – “Liberdade com responsabilidade sempre!”

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