Tecnologia Saúde e Bem Estar – Cidadela Carlos Prates

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No mundo, são mais de um bilhão de pessoas hipertensas; a chamada ‘pressão alta’ tem as práticas integrativas e complementares como aliadas no tratamento, revelam os Mapas de Evidências Clínicas em Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas.

Trinta e quatro mortes por hora, 829 óbitos por dia e mais de 302 mil óbitos por doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), provocadas especialmente pela hipertensão arterial, conhecida popularmente como “pressão alta”. Os dados são do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, registrados no ano de 2017. Sobre o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, a Vigitel 2019, pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, alerta: 24,5% dos brasileiros são hipertensos – ou seja, de um total mais de 51 milhões sofrem de “pressão alta” no país. No ano de 2019, o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares chegou a acometer 59,3% dos adultos com 65 anos ou mais, sendo 55,5% dos homens e 61,6% das mulheres.

O cenário é alarmante no mundo inteiro: a Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza que a hipertensão faz parte da realidade de 1,13 bilhão de habitantes desse planeta, quase o dobro do número de casos registrados em 1975. Os dados apresentados pela OMS, no ano de 2016, revelam que não se trata mais de uma doença dos países ricos, sendo os países da África Subsaariana, por exemplo, os mais afetados pela hipertensão. A cada ano, ocorrem 1,6 milhões de mortes por doenças cardiovasculares na região das Américas, das quais cerca de meio milhão são pessoas com menos de 70 anos de idade, o que é considerado morte prematura e evitável. A hipertensão chega a afetar 40% da população adulta da região, o que significa que nas Américas cerca de 250 milhões de pessoas sofrem de pressão arterial elevada.

Cuidados complementares

Pelas diretrizes da OMS, uma pessoa é considerada hipertensa quando sua pressão sistólica (pressão quando a musculatura do coração se contrai) é maior que 140 milímetros de mercúrio (mmHg) e/ou a diastólica (pressão durante o relaxamento do músculo do coração, entre um batimento cardíaco e outro) é igual ou maior que 90 mmHg. Sabe-se que o consumo excessivo de sódio, o estresse e o sedentarismo, bem como a obesidade e o colesterol alto, por exemplo, são fatores que impactam negativamente na pressão arterial e, por isso, pessoas com hipertensão diagnosticada ou em alto risco de desenvolvimento da doença devem seguir uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas e podem lançar mão de recursos integrativos, como o treino respiratório, presente nas práticas da meditação e ainda associado a práticas corporais como o Tai Chi e a Yoga.

Estas são algumas recomendações presentes nos Mapas de Evidências Clínicas em Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI), organizadas pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde (Bireme/OPAS/OMS) e pelo Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIn), com o apoio da Coordenação Nacional das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde do Ministério da Saúde, que agrupa o tema da pressão arterial, entre outras temáticas.

Veja a matéria completa no link: https://bit.ly/3m5Pgze

Por: Katia Machado

Revisão: Caio Portella, Ricardo Ghelman, Verônica Abdala, Gelza Nunes

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